Eu coacho, Tu Coachas, Ele coacha…

DIÁLOGOS IMPROVÁVEIS NO MUNDO DO IN…    PERFEITO

– Vamos lá então, para uma primeira…

– Sessão de Coach?

– Não, não vamos deixar tão formal assim. Será um bate-papo, uma conversa.

– Ahh sim, bacana! Estou tão nervosa…

– O que exatamente lhe incomoda?

– Ahhh.. assim que ver… não sei… eu queria ser mais feliz no meu trabalho…

– Entendo, e como seria um trabalho mais feliz na sua concepção?

– O trabalho dos meus sonhos? Poderia se assim quer ver… eu gostaria de ter um melhor relacionamento com as pessoas, gostaria de entendê-los melhor… Nunca fui boa com gente, sabe! Meu primeiro chefe sempre me falou isto…

– Isto pode ser aprimorado… continue, por favor…

– Então, na verdade, este negócio de ouvir as pessoas… dar feedback honesto, blá-blá-blá não é pra mim, não ! Muito mimimi. Frescurada!

– E você tem que fazer isto?

– Sou obrigada né!!! Fazer o que… humpf!

– Talvez você se desse melhor, por exemplo, trabalhando com Robôs, Máquinas, não?

– Meu Deus, seria um sonho! Só o botão liga/desliga!

– Já buscou?

– Estou procurando!

– Ok, então por favor defina as suas minis metas para atingir isto. E  na conversa da semana que vem alinhamos, pode ser?

– Pode! Ótimo!

– A propósito, qual sua função atual?

– Assim quer ver … tipo Master-Coach!

#oreiestanu

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A NOBRE ARTE DE COACHAR!

Muito se fala sobre Coaching mas pouco se sabe sobre suas origens.

E ao contrário do que se estabelece, o Coaching nasceu na Idade Média.  Registros de que tal prática já constavam no compêndio “Malleus Maleficarum”, ou simplesmente, “O Martelo das Bruxas.”

Escrito pelos dominicanos  alemães Heinrich Kraemer e James Sprenger, tratava-se de um Manual para combater heresias e pecados, determinando os suplícios.

Nos casos mais graves, sessões de Coaching deveriam ser utilizadas  sistematicamente, levando o réu a confissão absoluta. Duas, Três, Dez Seções! Nem eram necessárias tantas.

Dado o terror psicológico, o Coachee, que é como se chamava o herege naquela época, pedia a substituição da pena por uma morte mais digna na fogueira. Seria menos dolorido e ele não se queimaria tanto com seus pares…

Trata-se do suplício mais hediondo já criado pela mente humana, pois sem oferecer uma resposta sequer, conduz o incauto até as raias da loucura, fazendo-o assumir inclusive heresias que sequer foram criadas ainda…

O Inquisidor, ou Coach como era chamado, nesta técnica de tortura, por sua vez, mantinha uma serenidade celestial, impassível e observadora deste sofrimento humano, convencendo-o ele mesmo, de que isto é necessário e bom…

#oreiestanu

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Autor: Márcio

Bad Influencer e/ou Líder Medíocre Senior (47) 9 8818-3905

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