Lições para uma Vida [medíocre]

“Como não empreender!” Meu case de maior sucesso!

Estou levando algum tempo até fazer decolar minhas iniciativas de Negócios!

Certamente estou deixando de fazer algo importante. Algumas delas até já identifiquei.

 

Não se trata de Gestão Financeira, preocupação com Fluxo de Caixa, Mapeamento de Riscos, Monitoramento do Concorrente, Análise da Escalabilidade, Capacitação do Time, Governança Corporativa, Entrega dos Compromissos, Controle de Indicadores…

Nada destas coisas supérfluas!

Falhei miseravelmente, perdoem-me, ao não chamar minha empresa de STARTUP!

Isto por si só já mostraria minha incompatibilidade para com o Sucesso. Já seria meu pecado capital!

 

E há outros pontos absolutamente necessários para uma performance adequada que não cumpri: Não falhei muitas vezes, a ponto de continuar aprendendo com as falhas e de modo que a falha tenha se tornado meu Produto. Estou buscando me aprimorar nisto, mas sigo falhando, ao não falhar…

 

Outro aspecto das minhas inaptidões diz respeito a minha força do pensamento. Pouca Força, fique claro. Provavelmente, não estou desejando suficientemente forte, de modo que folhas de pagamento e boletos continuam a me assombrar todo mês, e desta forma, não obtendo os mesmos resultados dos especialistas em força de vontade, alheias!!!

Envergonho-me muito desta minha fraqueza!

 

E certamente que outros requisitos também influenciam este insucesso, mas sequer tive tempo de avaliá-los, tais como:

Palestras sem sentido, Digital-Bullshitters, vídeos de Ursos, e o mais importante, não tenho conseguido me dedicar suficiente para acompanhar Ricardo Amorim em sua nova fase de Economista Emocional.

 

Estou fadado ao fracasso!

#oreiestanu

 

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Autor: Márcio

Bad Influencer e/ou Líder Medíocre Senior (47) 9 8818-3905

7 comentários em “Lições para uma Vida [medíocre]”

  1. Pelo que observei no texto, parece-me que você não está ciente dos vídeos de gatos, apenas de ursos!

    Que lástima, perdeste um seguidor e admirador.

    Ou “vídeos de ursos” é alguma referência que eu, também um fracassado, e, principalmente, sem força de vontade e gratidão não identifiquei?

    De qualquer forma, pararei de te seguir, a partir de agora dedicarei-me apenas a meus Digital-Bullshitters favoritos.

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      1. gatos fofinhos daria título a um ótimo post [desculpe-me pela redundância, vício de linguagem, tratando de um post de minha autoria já o seria] …

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  2. Sempre quis externalisar minha decepção com os talks medíocres que assisti desse rapaz, Ricardo “Aidemim”.

    Mas ante a adoração que observo em seus seguidores decidi guardar em segredo esse ponto de vista.

    Vai ver que é o meu mal humor.
    Vai ver que é pura inveja (de não ser famoso às custas das carências emocionais / intelectuais de uma multidão qualquer).
    Então, melhor ficar quieto do que ser linchado – pensava com meus (futebol de) botões…

    Mas eis que você surgiu e revelou a existência de uma definição capaz de explicar tudo isso de forma direta e singela: trata-se na verdade de um “economista emocional”!!!

    Obrigado, Márcio!

    Você aliviou a angústia que eu sentia com relação a esse fenômeno “para-anormal”.

    Abraços.

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    1. padeci do mesmo mal, e levei algum tempo até chegar a este termo, completo em si, porém digerível, a ponto de parecer elogios a alguns…
      foi libertador, Apócrifo!

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