Lições para uma Vida [medíocre]

“Como não empreender!” Meu case de maior sucesso!

Estou levando algum tempo até fazer decolar minhas iniciativas de Negócios!

Certamente estou deixando de fazer algo importante. Algumas delas até já identifiquei.

 

Não se trata de Gestão Financeira, preocupação com Fluxo de Caixa, Mapeamento de Riscos, Monitoramento do Concorrente, Análise da Escalabilidade, Capacitação do Time, Governança Corporativa, Entrega dos Compromissos, Controle de Indicadores…

Nada destas coisas supérfluas!

Falhei miseravelmente, perdoem-me, ao não chamar minha empresa de STARTUP!

Isto por si só já mostraria minha incompatibilidade para com o Sucesso. Já seria meu pecado capital!

 

E há outros pontos absolutamente necessários para uma performance adequada que não cumpri: Não falhei muitas vezes, a ponto de continuar aprendendo com as falhas e de modo que a falha tenha se tornado meu Produto. Estou buscando me aprimorar nisto, mas sigo falhando, ao não falhar…

 

Outro aspecto das minhas inaptidões diz respeito a minha força do pensamento. Pouca Força, fique claro. Provavelmente, não estou desejando suficientemente forte, de modo que folhas de pagamento e boletos continuam a me assombrar todo mês, e desta forma, não obtendo os mesmos resultados dos especialistas em força de vontade, alheias!!!

Envergonho-me muito desta minha fraqueza!

 

E certamente que outros requisitos também influenciam este insucesso, mas sequer tive tempo de avaliá-los, tais como:

Palestras sem sentido, Digital-Bullshitters, vídeos de Ursos, e o mais importante, não tenho conseguido me dedicar suficiente para acompanhar Ricardo Amorim em sua nova fase de Economista Emocional.

 

Estou fadado ao fracasso!

#oreiestanu

 

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Trilogia completa: O Poderoso Cagão [Capítulos I , II e III ]

Trilogia completa: O Poderoso Cagão – Capítulos  I, II e III

Se há um mal corporativo que precisa ser combatido com todas as armas que se disponha é o LÍDER COVARDE! E não é “só casu di que ele não defende us nossu dereito”. Ele corrói a empresa toda. É como medicação para emagrecimento gerando câncer no fígado. Ouso afirmar que é quase pior que incentivador de Team-building…

 

E razoavelmente fácil identificá-lo, por suas ações auto-protetivas:

Se o chefe-cagão tem uma boa notícia para o time, ele utiliza o “Eu” para dizer que foi ele quem viabilizou, que buscou, que brigou… Chega até a dar aquela chupada no dente com o canto da boca… “schhhh! Mas Crédo se eu não ia conseguir!!!”

 

Mas se precisa dar recado ruim, do tipo: não vai ter participação de resultados… então a decisão não terá nada a ver com ele. Invocará, sem pudor, os indefectíveis “eles não deram”, “os caras é fogo…”, “pra trocar de carro tem…”!

 

Enfim, só põe o chapéu de Líder quando e se lhe convém. Muda de lado como um pêndulo oscilante. Oscilante em caráter, em valores, em competência, em liderança!

 

Mas como não é possível manter indefinidamente a farsa [até mesmo uma  máscara precisa ser lavada de vez em quando], situações embaraçosas surgem, por exemplo, em reunião de seu superior com o seu time [as tais iniciativas insuportáveis de melhoria do clima]. Chefe-Cagãozinho fica todo ressabiado se alguém vai  revelar que as amostras não ficarão prontas a tempo, dando uma maquiada no Plano do Projeto…

 

Tem mais:

Ele gera expectativas falsas.

Ele não lhe dirá “NÃO” mesmo quando for absolutamente necessário dizer “não”.

Ele não permitirá que você se exponha.

Ele não insistirá uma 2ª vez.

Ele não lhe dará um feedback de como foi negativa sua postura.

Ele não dirá que o prazo do Projeto é inviável.

Ele não….

Ele???  Nãoooo!!!

 

#oreiestanu

Gosto muito das Redes Sociais. Mas gosto mais do Bar do Beto…

E as razões para esta preferência não são difíceis de se elencar:

Ambos são Oráculos do conhecimento. Seus integrantes tem respostas para todas as grandes questões mundiais. Porém… no Bar do Beto as pessoas não têm dentes tão brancos.

Outra, apesar de navegar com bastante desenvoltura por locais que demandam gigantes egos digitais, o Bar do Beto  guarda características que me deixam mais à vontade:

. O tamanho do Network dependerá apenas da quantidade de cadeiras, aquelas de plástico que perfuram o pulmão quando você se recosta, em volta da mesa;

. No Bar do Beto você não precisará agradecer por uma ofensa que acabara de receber, você simplesmente manda a merda, com um largo sorriso, e seguem amigos;

. Você não tomará Vinho no Bar do Beto, você tomará cerveja, em goles ritmados e contínuos;

. Você não usará talheres, quando muito, um guardanapo, para segurar o ovo em conserva, o que não impedirá o inebriante fedor por mais 2 meses em seus dedos;

. Quando alguém diz que ficou desempregado, não se tentará vender nada para tal pessoa, pelo contrário, paga-se a bebida do desconsolado amigo;

. No Bar do Beto não se medirá quem sabe mais, pelo contrário, aproveita-se cada novo conhecimento! Com interesse e entusiamo, permitindo ao outro, por incrível que isto soe, concluir seu pensamento;

. No Bar do Beto todas as opiniões, sem exceção, tem o tamanho e a importância que precisam ter, o diâmetro de uma ensebada mesa de bar;

. Não bastasse tudo isto, o Linkedin não tem a melhor Costela assada de Joinville!

. E a conta Premium é mais barata no Beto…

#oreiestanu

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Os últimos [tendem] a não serem os primeiros…

Os últimos [tendem] a não serem os primeiros…

Há um risco em se Classificar! Ou , no mínimo, um potencial efeito colateral indesejado. A princípio isto serviria para qualquer abordagem, mas no momento, refiro-me a prática de se criar classes de Pessoas, Consumidores, Funcionários, etc.

Por exemplo, para todo serviço Premium, gerar-se-á uma legião enorme de “normalmente” atendidos. E, por conseguinte, de excluídos!

Fico bastante desconfortável de chegar num banco e ser atendido rapidamente, enquanto vários aguardam na fila já há algum tempo…

Sei que há coisas envolvidas nisto que ignoro, mas segue sendo desconfortável. Especialmente porque, tenho certeza, minha dívida com o Banco é muito maior do que a maioria deles…

 

Outros exemplos são os critérios para avaliações de performance nas corporações, que tendem a mirar em fixar bloqueios, majoritariamente, para a baixa performance.

Um Caixa de Loja [não sei que denominação gourmetizado estão dando a esta função atualmente para compensar o baixo salário…], por exemplo, pode ser medido principalmente pela efetividade de seu fechamento ao final do dia, quantidade de erros contábeis, desvios de valores, etc.

Mas como reconhecer devidamente um Caixa que, olhando sempre o horizonte, além de suas moedas, percebe um Cliente aguardando sempre ao lado da fila e nunca na fila; supor então que possa haver um problema e priorizá-lo no atendimento?

Inadmissível? Sim, também achei. A ponto de cobrar explicações para aquela atitude até então desrespeitosa para com quem já aguardava…

“Tratava-se, talvez, de alguém com Síndrome do Pânico, e eu queria reduzir ao máximo a exposição da pessoa a tal sofrimento…”

“Você tem conhecimento?”

“Meu filho sofre com isto…”

Há uma possibilidade de que, pela maneira rasa como você mede seu funcionário, grandes habilidades sejam desperdiçadas!

#oreiestanu

o futuro dos Robôs com M.A! (MALANDRAGEM ARTIFICIAL!)

o futuro dos Robôs com M.A!  (MALANDRAGEM ARTIFICIAL!)

Apesar do otimismo que brota no Brasil, estou seriamente preocupado com minha situação econômica. Nem bem o velho Ano Novo finda e dois dos meus planos mais consistentes para se chegar ao sucesso financeiro já falharam miseravelmente:

Mega da Independência e Trimania Especial de Aniversário.

A continuar dando errado, terei que arrumar alguma coisa para fazer, especialmente algo que um Robô considere insalubre, que ele não queria se sujeitar a fazer dada as condições extremamente degradantes, moral e fisicamente! Um líder coach , por exemplo… ou, desculpem-me o desespero… palestrante motivacional!!! A que nível pode chegar um ser humano…

Tenho acompanhado alguma coisa sobre este fenômeno que está ocorrendo nas empresas e percebo que os empregados estão desesperados com ideia de ter que dividir, perder ou até mesmo, ter que se subordinar a um ser frio, calculista, desumano e programado para galgar os escalões da empresa a qualquer custo, ou seja, seres bem diferente dos atuais Gestores!

Porém, já existem boatos de que convivência com os humanos já lhes permitiu aprimorar suas Inteligências Artificiais.  Tem-se notado a apresentação mais frequentes de atestados falsos, faltas nas segundas-feiras porque o Metrô bugou, perda de memória seletiva e aumento substancial do número de processos metendo a empresa no pau por conta de tarefas repetitivas…

Quer saber… Não vou nem arriscar buscar trampo agora… Provavelmente os robôs tomarão…

#oreiestanu

Corra Infeliz, Corra!!!

Corra Infeliz, Corra!!!

Torço sempre para a Leoa. Nunca para o Cervo!

Aposto sempre no Crocodilo-do-Nilo. Nunca no Gnu!

Quero a Orca sempre devorando a Foca.

É um posicionamento socialmente difícil de se manter, confesso, mas necessário. A evolução se dá por isto. A vida tem continuidade por isto. Paradoxalmente, só existem os predados pela imposição que os predadores lhe impõem… E vice-versa, sim, mas deixo isto para as Fábulas!

Tem que evoluir, tem que crescer. Não há alternativa!

Afinal, coitado da pobre foquinha de olhos brilhantes…

O Gnuzinho, tão feinho, mas merece viver também…

O Cervo, saltitante, que ajudaria o Papai-Noel…

 

Queremos, hedonisticamente, apenas alongar nossos prazeres. Egoísmo puro! É quase, na verdade, crueldade! Esticar-se no processo de desfalecimento da vítima enquanto sufoca nas mandíbulas do algoz.

 

Nem o Gnu, nem a Foca, nem o Cervo contam, gostam, importam ou precisam de sua torcida e, principalmente, de sua pena! Eles querem e precisam é correr mais do que seus semelhantes!!!

Assim como eu, você… nós!

Deixar a régua baixa, não demitir, não exigir, não provocar, não instigar, não cobrar, e ver o Cervo arregalando os olhos enquanto lhe falta, lentamente, o oxigênio, é irresponsabilidade, é invisibilidade, é negligência…  isto sim é Crueldade!

OBS: o texto estava pronto e o David Nilo me motivou! Obrigado, David!

#oreiestanu

As bicicletas de Bellejoinville

É incrível nossa idiota capacidade de criar castas. Criamos níveis tanto para estar no topo, mas também para estar na base. Acredite, há quem se delicie começar do Zero! Provar! Ser desafiado…

Geramos estratos sociais, inclusive, onde absolutamente não são necessários.

 

Compre um Jipão Willys e tente simplesmente dar umas voltas sozinho. Ai de você não participar de um clube do jipeiro, sair ébrio em bando por cidades do interior, cagando os rios com óleo diesel e abrindo valas nas  trilhas para ferrar o agricultor com o tobata na segunda-feira.

 

Motos? A mesmíssima coisa. As estradeiras mais a frente. Uns frankesteins no meio,  com senhores de línguas azuis… Atrás, as mais chulés, que servirão de escudo aos primeiros caso algum caminhão desgovernado, sem freios, resolva furar o pedágio em alta velocidade.

 

Em alguns casos chega a ser constrangedor. Já tive a oportunidade de observar 2 motoristas aguardando o semáforo abrir, em seus Defender… eles, indignadamente, não concebiam que não poderiam se conhecer, já que ambos possuem o mesmo carro…

É regra: se você tem um Defender sempre deverá buzinar para o outro Defender!

 

Minha nova experiência é no Ciclismo. Comprei uma zica… ops… bike, que é  montada em Manaus. Não uso capacete, luvas, minhas roupas não brilham no escuro, não levo kits de reparo, hidratação ou barrinha de cereais. Somente o celular, se furar o pneu ligo para a Grasi.

 

Não passo óleo na corrente, o que provoca um certo chiado irritante, possível de ser ouvido a quilômetros, e que, invariavelmente desperta a atenção de profissas que passam pelo outro lado da rua, não sem antes lerem a marca do quadro e balançarem negativamente a cabeça.

 

A mesma segmentação, segregação, divisão percebo cada vez mais forte nas redes sociais.

Grupos fechados, em rituais de auto-lambeçao peniana, criando suas castas e iniciando novatos absortamente encantados com a possibilidade de poderem fazer parte do ritual, passando do grau Lambedor-Noviço II para Lambido Pleno III, agradecidos ensandecidamente por ter recebido uma dica de foto, de olhar, de roupa, de meia do mais novo Influencer do último final de semana…

 

#oreiestanu